terça-feira, 19 de março de 2013

Quem você quer ser?

Então você acha que fudeu deu tudo errado, que tudo está perdido e que não há mais solução para a sua vida? Então seja bem vindo ao mundo dos adultos! Você que achava que depois de grandinho as coisas iam ficar melhores, se enganou! Como diria Monica Geller para Rachel Green no primeiro episodio de FRIENDS “Bem vinda ao mundo real, é um saco. Você vai amar!”. Aprenda uma coisa, seu problema só importa pra você! Não os esfregue na cara das pessoas como desculpa para deixar a sua e a vida das pessoas próximas mais amargas, realmente tem horas que você precisa desabafar, mas, coisas do coração são assuntos que não tem solução em debate, sabe por quê? Porque como diz a frase de alguém aí “o coração quer o que o coração quer” e ponto! Por problemas financeiros todos passam, e os seus e os meus se resolvem em 99 % dos casos com uma única solução “Pare de gastar!”, problemas em família ou com namorado (a)? "Sentem e conversem!", entre outros. Claro que precisamos de um obro amigo, sim, e sabe o que eu faço além de alugar as pessoas desabafar? Eu esqueço. Esqueça você também, faz bem às vezes, beba umas doses de tequila, sempre ajuda. E novamente, precisa de um ombro amigo? Sim desabafe, mas pedir opiniões, bom, daí já é demais, como eu já disse seus problemas você e só você com uma participação especial da sua consciência podem resolver, o que seus amigos, confidente, amantes, namorados, maridos, psicólogos e familiares podem fazer é abrir a sua mente e seus olhos pras possibilidades ou deixar você mais confuso, mas daí vai de cada um.
Sou do tipo de pessoa que escuta, adoro ouvir os problemas das pessoas, sabem por quê? Esqueço-me dos meus. Gosto muito de dar conforto com aquela palavra amiga na hora certa. Deu certo pra mim, mas tem gentchy que não serve pra isso, pode ser o seu melhor amigo, mas quando não tem aptidão pra isso não adianta, pode ser que essa pessoa te ajude de N formas, mas ouvir não é o seu forte e depois que alguém te ouvir essa pessoa te ajuda de outras maneiras que podem ser igualmente potente, pois tem o poder da amizade.
 Campanha por uma vida sem problemas! No meu caso, para a minha vida não ter problemas é fácil, posso dizer pra mim “Deixa a Maria do Bairro para a Thalia, os amores dramáticos para o Shakespeare (ou televisa), os romances água com açúcar para os filmes e viva a realidade, enfrente esses problemas e tente resolvê-los. Se algum item por ventura aparecer assim como quem não quer nada na sua vida, enfrente-os, o que se pode fazer?” Quem me lê escrevendo assim pode pensar que não tenho problemas, daí é que se enganam, afinal, quem não tem problema? Tem pessoas com problemas piores que os meus e que os seus, mas os seus problemas e o seu fardo do momento é só você que sabe o peso. Coisas ruins acontecem a todo o momento, e coisas boas também, depende do ponto de vista. Ou você é o otimista que vê o copo meio cheio ou o pessimista de sempre que vê o copo meio vazio. Quem você quer ser?

domingo, 3 de março de 2013

The end...


Sentei-me na cama e percebi que as coisas tinham mudado. Eu não estava mais criando esperanças bobas, não ficava me dizendo que você iria voltar, nem que você não ia me esquecer. Pouco a pouco, eu fui me acostumando com aquela dorzinha no peito e à andar conformado por aí. É triste e eu queria poder evitar passar por isso, mas acho que as coisas acontecem por que tem que acontecer. Praticamente, todas as pessoas que eu cheguei a falar sobre o término desse namoro vieram me dizer que você não me merecia. Exatamente essa frase: “Não te merecia”. Quando os meus amigos, melhores amigos disseram isso, pensei que eles queriam me deixar melhor. Quando os seus melhores amigos (e também meus amigos) disseram isso, pensei que eles não queriam que eu sofresse à toa. Quando pessoas que eu mal converso, mas que nos conheciam, me disseram isso, percebi que era algo que eu deveria ter visto antes, mas não percebi por que estava apaixonado. Não vou dizer que foi difícil, por mais que você fosse uma pessoa complicada de se lidar, eu ainda assim enxergava qualidades incríveis e isso me motivava. Como sempre, eu tentei meu máximo até não saber mais se queria tentar. Tudo bem, eu não lamento mais. Terminou e foi só um pedaço de tudo o que eu passei. As dúvidas, as mágoas e os arrependimentos irão embora. Quem sabe algum dia eu tenha que me esforçar pra lembrar o que passamos? Por mais que hoje eu saiba de cor, eu já passei do tempo de crer que as coisas são eternas. Só é eterno quando você vive o que acredita. E isso me consola. Por mais que eu tenha errado, eu não me martirizo pela escolha tomada, talvez amanhã, mas vou viver o hoje, amanhã eu vejo depois.


quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Carta de uma amiga...


Olá pessoas, há quanto tempo não dou as caras por aqui. Muita coisa aconteceu mas hoje não vou falar de mim nem da minha vida/novela mexicana/OMGWTF?
O que vou postar a seguir não foi escrito por mim, mas por uma pessoa que tenho em uma estima enorme, por ser mãe, mulher e uma pessoa muito iluminada e uma mãe incrível que gentilmente me deu um pedaço de papel com uma palavras escritas a mão e com muito sentimento. Que isso sirva de incentivo para fazer um blog.

“Queria saber expor meus sentimentos em um papel, deixar algo escrito para os próximos habitantes daqui, para os que venham a usar o meu DNA que eles vão nascer com muito mais capacidade de compreensão e raciocínio do que eu, ainda mais que ando com minha cabeça sei lá onde.
Como tenho esquecido das coisas. Ando pensando muito na minha família, o meu marido doente lá longe é grande a preocupação, minha filha enfrentando o desafio da busca por emprego, tenho medo que ela se decepcione, mas isso não vai acontecer, a capacidade dela é muito maior que os desafios.
A preocupação nunca vai deixar de existir, ainda mais por quem a gente ama.”

Está aí, dá de notar quando algo é escrito com alma e sentimento.

See ya!

terça-feira, 18 de setembro de 2012

The Change.


Sou do tipo que voa. Voa alto. Alto mesmo, do tipo que sonha acordado, se perde em devaneios. Esse sou eu. Esse é o Junior que apenas eu conhecia. Por muitos anos eu experimentei várias versões de mim mesmo, isso faz parte (acho) da construção da índole, do moral, do ser. Tanto é que, alguns “juniors” foram nada legais. Fui por muitos anos, mais sonhador que o leitor mais fanático por ficção ou a “pessoa mais fora da casinha” que existe até (preparem-se para a frase clichê... hold your breath people...) que ser forte e realista foi a única coisa que me restou. Já fui egoísta, egocêntrico, chato (mais que o normal), impus muita coisa e gritava, muito, com quem nem merecia (ou não...). Onde eu quero chegar? Esse sou eu hoje e acredito que veio pra ficar: mais sonhador, mais romântico e mais maduro. As coisas me atingem, fico mal por brigas que não são minhas, mas o fato de ter pessoas que eu me importo envolvidas eu fico mal, palavras me atingem mais como nunca atingiram. Eu mudei, e de um certo tempo pra cá mudei mais, porque eu vi que era necessário, hoje em dia a minha garganta nem dói mais, consigo dormir a noite, não fico em uma pilha de nervos o dia todo, esse sou eu. Tenho meus momentos de raiva, claro quem não tem, mas hoje me vejo como uma pessoa melhor, eu evolui. Difícil provar pra alguém isso, não que eu me importe, mas eu mudei. De uns tempos pra cá eu venho falando de mudanças, acho que eu vejo muito isso em mim, e hoje mais do que nunca enxergo coisas que eu não via, como por exemplo, eu não imaginava que eu tinha escolhido uma carreira parcialmente inviável por conta de certas escolhas pessoais, na verdade eu via, mas não queria aceitar, hoje eu enxergo isso. Queria eu ter a cabeça que eu tenho hoje a quatro anos atrás, com certeza minhas escolhas seriam totalmente diferentes. E o que fazer quando se investe em uma carreira, em um plano e realmente você vê tudo indo por agua abaixo? Começar tudo novamente. É isso que eu vou fazer, sou obrigado, me frustrei por quase um ano e meio pra perceber que no projeto que eu insisto acabou se tornando inviável. Não vou mudar quem eu sou hoje, vou cair de cara mais vezes, apostas nas coisas erradas, mas eu não vou mudar, eu sou competente, sou profissional e eu fazendo escolhas pessoais consideradas diferentes não me torna menos capaz ou menos competente.

Deixei de ser ruim, mas não significa que virei uma mosca morta!

See ya...

quinta-feira, 12 de julho de 2012

Trilha sonora, qual é a sua?


Olá pessoas, cá estou, em uma quinta feira muito fria em cricity, pés a congelar e eu deitado na minha cama embaixo das cobertas tentando me esquentar, bom mesmo seria um cobertor de orelha neh, mas num se pode ter isso todos os dias >.<. E em dias quentes (frios, médios, wtver) o que não pode faltar é musica. Todos tem uma trilha sonora, todos tem uma melodia que embala a vida, ou lembra-se do primeiro beijo, ou da primeira briga. Dos momentos tristes dos felizes. Eu tenho só 23 anos, e tenho várias trilhas sonoras, e cada dia que passa, eu descubro uma musica que se encaixa perfeitamente no que estou passando, ou refletem o que eu sinto. Musica é vida, sim, eu sou movido por musica, quando estou a berrar “vai se foder” eu coloco os álbuns antigos do Linkin Park a tocar, quando estou feliz (o que vem acontecendo com frequência, acreditem ) eu escuto Avril, e até Miley (não me julguem a garota canta bem). Agora, quando eu estou acabado e triste se prepara vem todo que é depressivo (fuck off). E tem as musicas para todos os momentos da vida que vão do up ao down em questão de toques no mouse ou na tela do celular. Na minha playlist não pode faltar: Evanescence, John Mayer, The Fray e Kelly Clarkson. Me deixa em um canto com os fones de ouvido e essas musicas eu fico bem.
Eu não consigo dizer uma musica apenas pra minha trilha sonora, pra mim seria preciso uma coletânea.
E você, qual é a sua trilha sonora?

See ya!

quinta-feira, 5 de julho de 2012

Diário de Bordo #3 – Escolhas erradas, estupidez declarada?



A Proposta
Olá pessoas, mais um diário de bordo, e há alguns dias que venho pensando nisso e agora consegui reunir forças pra colocar aqui. Escolhas erradas. Sim venho apertando a mesma tecla desde... Sempre? Esses dias eu estava assistindo “A Proposta” (Sandra Bullock e Ryan Reynolds) pela milionésima vez (gosto do filme...) e fiquei pensando, se talvez o Andrew (Ryan) não tivesse aceitado casar com a Margaret (Sandra), o que teria acontecido? Certamente ela seria deportada e eles não ficariam juntos, ou talvez ficassem, mas num futuro distante ou não. Se ele não tivesse aceitado a proposta do casamento fake todo o esforço dele em três anos aguentando aquela “mulher de ferro” para um dia se tornar editor, teria sido em vão. Ele aceitou. Para os fãs de Friends, lembram quando a Rachel foi atrás do Ross em Londres no dia do casamento dele? Não foi uma decisão sábia, mas ela foi, e se ela não tivesse ido provavelmente ele teria dito o nome certo no altar e ele se divorciaria anos mais tarde ou não. Ela foi. Esses casos foram atos de coragem ou estupidez?
Rachel e Ross
Decidir as coisas em momentos críticos não leva a lugar algum, Ross e Rachel ficaram juntos, Margaret e Andrew também, acontece de uma decisão considerada errada dar frutos bons. E têm aquelas escolhas erradas que você faz hoje e os resultados duram por tempos. Um exemplo, eu comecei aulas de teclado para suprir um vazio, em um momento critico, sempre quis aulas de teclado então, let’s go! Hoje está tudo bem, a poeira abaixou e está indo todo bem comigo e minha vida, mas toda vez que chego à sala de musica da Fundação Cultural da minha cidade e sento em frente ao teclado eu me lembro do motivo de eu ter começado a fazer aulas e me arrependo de estar ali. E agora eu dou desculpas esfarrapadas para não ir às aulas, hoje, por exemplo, falei pra professora que eu estou gripado (o que é meio verdade) para não ter que ir a aula. Estou pensando em desistir, mas não acho certo eu misturar as coisas assim, tenho que ir, se eu escolhi começar uma coisa pelos motivos errados, azar o meu, tenho que reverter o quadro. Tenho que deixar de ser covarde. Falando em covardia... Estou lendo o livro Fallen – Lauren Kate (pra quem me acompanha no FB ou Twitter, sim, ainda, nunca demorei tanto para terminar um livro) e tem uma passagem muito interessante sobre covardia. Vou direto ao ponto se querem saber do que o livro se trata leiam (uma leitura bem agradável até...)... Luce estava trocando bilhetes desaforados com a garota que senta na carteira da frente durante uma aula e a professora de ensino religioso que estava falando sobre inferno e anjos caídos viu e ela brigou com as duas:

“– Lucinda e Molly – Disse ela, franzindo os lábios e apoiando as mãos no palanque – Gostaria que o que as duas sentem tanta necessidade de discutir numa desrespeitosa troca de bilhetinhos fosse feito agora na frente da turma inteira.
A mente de Luce disparou. Se ela não inventasse alguma coisa rápido, Molly o faria, e era impossível saber o quão embaraçoso isso poderia ser.
– M-Molly só estava dizendo – gaguejou Luce – que discorda da sua visão de como o inferno é dividido. Ela tem suas próprias teorias.
Fallen - Lauren Kate
– Bem, Molly, se você tem alguma planta diferente do mundo subterrâneo, eu certamente gostaria de ouvir.
– Mas que droga – murmurou Molly. Ela limpou a garganta e se levantou – Bem, você descreveu a boca de Lúcifer como o lugar mais baixo do inferno, o que explica por que todos os traidores acabam lá. Mas, pra mim – ela disse, como se tivesse ensaiado aquelas falas -, acho que o lugar mais torturante no inferno – ela deu uma olhada demorada para Luce – devia ser reservado não aos traidores, e sim aos covardes. Os mais fracos, perdedores sem coragem. Entendo que os traidores pelo menos fizeram uma escolha. Mas e os covardes? Eles só correram por aí roendo as unhas, apavorados demais para fazer qualquer coisa. O que é bem pior. – Ela tossiu, imitando o som de “Lucinda!” e limpou a garganta. – Mas é só a minha opinião. – E se sentou.”

Desistência é uma maneira de covardia? Você desistiria de algo? Não desistiria fácil, pensaria antes, mas ainda assim desistiria? Todas a vezes que você chorou, que se preocupou, que perdeu tempo pensando... Jogaria tudo isso fora? Pare pra pensar, se você perdeu tanto tempo fazendo as coisas acima certamente, de alguma forma, valeu apena não? Então chega o momento da escolha, e a dúvida, se a escolha vai ser errada ou não é você que vai decidir.
Devemos tratar uma escolha errada como estupidez? Ou como algo que foi necessário para evolução do ser?
Então, você fez uma escolha errada? Escolha, você pode se denominar estúpido ou corajoso. Ao menos você teve coragem pra isso. Você é quem decide e você é quem pode reverter o seu quadro.

See ya!

quarta-feira, 4 de julho de 2012

João do Bairro?


Olá pessoas... Como estamos indo? Estou ainda de “Férias” o que não é nada legal, pois ficar o dia todo sozinho é boooooooring... Hoje não vai rolar Diário de Bordo, não estou inspirado para deprimir aqui (kkkk n), sim porque eu me dei conta de que eu realmente tenho uma vida digna de novela mexicana (alternativa). Yeah, alguns amigos comentavam que minha vida tinha muito drama, alguns até arriscavam me chamar de Maria do Bairro (Ok!), mas eu nunca tinha me ligado realmente, uma época eu comentava entre um fato e outro que minha vida daria um livro, mas era da boca pra fora, apenas um comentário que era pra ser engraçado. Mas até que na ultima semana eu me liguei. Eu sou a Maria do Bairro (D=)
Uma época eu reclamava que a minha vida era chata (era mesmo  ¬¬) e queria emoções fortes... Claro, o que se pode esperar de uma pessoa de 18 anos que só lia ficção e assistia a filmes de romances água com açúcar? Naquela época e hoje posso citar uma frase do filme Easy-A (a mentira) “Tenho 16 anos de experiência de que Deus tem senso de humor” na verdade tenho 23... Na certa Deus me ouviu falando da minha vida chata e disse “Ok, quer uma vida emocionante, let’s go!” e ele viu que era bom... (vou pro inferno por isso?), Deus provavelmente é fã de novela mexicana (por isso eu vou, não? Ok...). Enfim, estou pensando em fazer um livro mesmo e vender os direitos autorais pra Televisa... Está acirrada a competição entre a Maria e eu, pois a minha vida tem tanto desfecho quanto a historia dela (#fato), toda semana tem um drama diferente, me sinto na “Malhação” (antiga é claro, se vou comparar minha vida que seja com algo “menos ruim” que Maria do Bairro neh... oi?). Mas enfim, não me identifico com a Maria, apesar dos dramas e afins, queria mais é mesmo uma vida Paola Bracho kkkkkk, quem não quer? A vida de vilão era muito melhor do que a vida sofrida de mocinho que um dia vai ser feliz para sempre... Não digo que hoje eu não sou feliz, sou grato pela vida que tenho, adoro minha vida (tirando os dramas).
Depois de muito tempo e insistência eu comecei a acompanhar Grey’s Anatomy, e aquilo tem muito mais drama que a minha vida, chega a ser engraçado como algumas coisas se encaixam perfeitamente, mas os dramas da minha vida nem se comparam a série... (Y)
Só para constar, eu já tentei não me envolver em um drama durante uma semana, mas não consegui nem por um dia! C'est la vie...

See ya!