terça-feira, 18 de setembro de 2012

The Change.


Sou do tipo que voa. Voa alto. Alto mesmo, do tipo que sonha acordado, se perde em devaneios. Esse sou eu. Esse é o Junior que apenas eu conhecia. Por muitos anos eu experimentei várias versões de mim mesmo, isso faz parte (acho) da construção da índole, do moral, do ser. Tanto é que, alguns “juniors” foram nada legais. Fui por muitos anos, mais sonhador que o leitor mais fanático por ficção ou a “pessoa mais fora da casinha” que existe até (preparem-se para a frase clichê... hold your breath people...) que ser forte e realista foi a única coisa que me restou. Já fui egoísta, egocêntrico, chato (mais que o normal), impus muita coisa e gritava, muito, com quem nem merecia (ou não...). Onde eu quero chegar? Esse sou eu hoje e acredito que veio pra ficar: mais sonhador, mais romântico e mais maduro. As coisas me atingem, fico mal por brigas que não são minhas, mas o fato de ter pessoas que eu me importo envolvidas eu fico mal, palavras me atingem mais como nunca atingiram. Eu mudei, e de um certo tempo pra cá mudei mais, porque eu vi que era necessário, hoje em dia a minha garganta nem dói mais, consigo dormir a noite, não fico em uma pilha de nervos o dia todo, esse sou eu. Tenho meus momentos de raiva, claro quem não tem, mas hoje me vejo como uma pessoa melhor, eu evolui. Difícil provar pra alguém isso, não que eu me importe, mas eu mudei. De uns tempos pra cá eu venho falando de mudanças, acho que eu vejo muito isso em mim, e hoje mais do que nunca enxergo coisas que eu não via, como por exemplo, eu não imaginava que eu tinha escolhido uma carreira parcialmente inviável por conta de certas escolhas pessoais, na verdade eu via, mas não queria aceitar, hoje eu enxergo isso. Queria eu ter a cabeça que eu tenho hoje a quatro anos atrás, com certeza minhas escolhas seriam totalmente diferentes. E o que fazer quando se investe em uma carreira, em um plano e realmente você vê tudo indo por agua abaixo? Começar tudo novamente. É isso que eu vou fazer, sou obrigado, me frustrei por quase um ano e meio pra perceber que no projeto que eu insisto acabou se tornando inviável. Não vou mudar quem eu sou hoje, vou cair de cara mais vezes, apostas nas coisas erradas, mas eu não vou mudar, eu sou competente, sou profissional e eu fazendo escolhas pessoais consideradas diferentes não me torna menos capaz ou menos competente.

Deixei de ser ruim, mas não significa que virei uma mosca morta!

See ya...

quinta-feira, 12 de julho de 2012

Trilha sonora, qual é a sua?


Olá pessoas, cá estou, em uma quinta feira muito fria em cricity, pés a congelar e eu deitado na minha cama embaixo das cobertas tentando me esquentar, bom mesmo seria um cobertor de orelha neh, mas num se pode ter isso todos os dias >.<. E em dias quentes (frios, médios, wtver) o que não pode faltar é musica. Todos tem uma trilha sonora, todos tem uma melodia que embala a vida, ou lembra-se do primeiro beijo, ou da primeira briga. Dos momentos tristes dos felizes. Eu tenho só 23 anos, e tenho várias trilhas sonoras, e cada dia que passa, eu descubro uma musica que se encaixa perfeitamente no que estou passando, ou refletem o que eu sinto. Musica é vida, sim, eu sou movido por musica, quando estou a berrar “vai se foder” eu coloco os álbuns antigos do Linkin Park a tocar, quando estou feliz (o que vem acontecendo com frequência, acreditem ) eu escuto Avril, e até Miley (não me julguem a garota canta bem). Agora, quando eu estou acabado e triste se prepara vem todo que é depressivo (fuck off). E tem as musicas para todos os momentos da vida que vão do up ao down em questão de toques no mouse ou na tela do celular. Na minha playlist não pode faltar: Evanescence, John Mayer, The Fray e Kelly Clarkson. Me deixa em um canto com os fones de ouvido e essas musicas eu fico bem.
Eu não consigo dizer uma musica apenas pra minha trilha sonora, pra mim seria preciso uma coletânea.
E você, qual é a sua trilha sonora?

See ya!

quinta-feira, 5 de julho de 2012

Diário de Bordo #3 – Escolhas erradas, estupidez declarada?



A Proposta
Olá pessoas, mais um diário de bordo, e há alguns dias que venho pensando nisso e agora consegui reunir forças pra colocar aqui. Escolhas erradas. Sim venho apertando a mesma tecla desde... Sempre? Esses dias eu estava assistindo “A Proposta” (Sandra Bullock e Ryan Reynolds) pela milionésima vez (gosto do filme...) e fiquei pensando, se talvez o Andrew (Ryan) não tivesse aceitado casar com a Margaret (Sandra), o que teria acontecido? Certamente ela seria deportada e eles não ficariam juntos, ou talvez ficassem, mas num futuro distante ou não. Se ele não tivesse aceitado a proposta do casamento fake todo o esforço dele em três anos aguentando aquela “mulher de ferro” para um dia se tornar editor, teria sido em vão. Ele aceitou. Para os fãs de Friends, lembram quando a Rachel foi atrás do Ross em Londres no dia do casamento dele? Não foi uma decisão sábia, mas ela foi, e se ela não tivesse ido provavelmente ele teria dito o nome certo no altar e ele se divorciaria anos mais tarde ou não. Ela foi. Esses casos foram atos de coragem ou estupidez?
Rachel e Ross
Decidir as coisas em momentos críticos não leva a lugar algum, Ross e Rachel ficaram juntos, Margaret e Andrew também, acontece de uma decisão considerada errada dar frutos bons. E têm aquelas escolhas erradas que você faz hoje e os resultados duram por tempos. Um exemplo, eu comecei aulas de teclado para suprir um vazio, em um momento critico, sempre quis aulas de teclado então, let’s go! Hoje está tudo bem, a poeira abaixou e está indo todo bem comigo e minha vida, mas toda vez que chego à sala de musica da Fundação Cultural da minha cidade e sento em frente ao teclado eu me lembro do motivo de eu ter começado a fazer aulas e me arrependo de estar ali. E agora eu dou desculpas esfarrapadas para não ir às aulas, hoje, por exemplo, falei pra professora que eu estou gripado (o que é meio verdade) para não ter que ir a aula. Estou pensando em desistir, mas não acho certo eu misturar as coisas assim, tenho que ir, se eu escolhi começar uma coisa pelos motivos errados, azar o meu, tenho que reverter o quadro. Tenho que deixar de ser covarde. Falando em covardia... Estou lendo o livro Fallen – Lauren Kate (pra quem me acompanha no FB ou Twitter, sim, ainda, nunca demorei tanto para terminar um livro) e tem uma passagem muito interessante sobre covardia. Vou direto ao ponto se querem saber do que o livro se trata leiam (uma leitura bem agradável até...)... Luce estava trocando bilhetes desaforados com a garota que senta na carteira da frente durante uma aula e a professora de ensino religioso que estava falando sobre inferno e anjos caídos viu e ela brigou com as duas:

“– Lucinda e Molly – Disse ela, franzindo os lábios e apoiando as mãos no palanque – Gostaria que o que as duas sentem tanta necessidade de discutir numa desrespeitosa troca de bilhetinhos fosse feito agora na frente da turma inteira.
A mente de Luce disparou. Se ela não inventasse alguma coisa rápido, Molly o faria, e era impossível saber o quão embaraçoso isso poderia ser.
– M-Molly só estava dizendo – gaguejou Luce – que discorda da sua visão de como o inferno é dividido. Ela tem suas próprias teorias.
Fallen - Lauren Kate
– Bem, Molly, se você tem alguma planta diferente do mundo subterrâneo, eu certamente gostaria de ouvir.
– Mas que droga – murmurou Molly. Ela limpou a garganta e se levantou – Bem, você descreveu a boca de Lúcifer como o lugar mais baixo do inferno, o que explica por que todos os traidores acabam lá. Mas, pra mim – ela disse, como se tivesse ensaiado aquelas falas -, acho que o lugar mais torturante no inferno – ela deu uma olhada demorada para Luce – devia ser reservado não aos traidores, e sim aos covardes. Os mais fracos, perdedores sem coragem. Entendo que os traidores pelo menos fizeram uma escolha. Mas e os covardes? Eles só correram por aí roendo as unhas, apavorados demais para fazer qualquer coisa. O que é bem pior. – Ela tossiu, imitando o som de “Lucinda!” e limpou a garganta. – Mas é só a minha opinião. – E se sentou.”

Desistência é uma maneira de covardia? Você desistiria de algo? Não desistiria fácil, pensaria antes, mas ainda assim desistiria? Todas a vezes que você chorou, que se preocupou, que perdeu tempo pensando... Jogaria tudo isso fora? Pare pra pensar, se você perdeu tanto tempo fazendo as coisas acima certamente, de alguma forma, valeu apena não? Então chega o momento da escolha, e a dúvida, se a escolha vai ser errada ou não é você que vai decidir.
Devemos tratar uma escolha errada como estupidez? Ou como algo que foi necessário para evolução do ser?
Então, você fez uma escolha errada? Escolha, você pode se denominar estúpido ou corajoso. Ao menos você teve coragem pra isso. Você é quem decide e você é quem pode reverter o seu quadro.

See ya!

quarta-feira, 4 de julho de 2012

João do Bairro?


Olá pessoas... Como estamos indo? Estou ainda de “Férias” o que não é nada legal, pois ficar o dia todo sozinho é boooooooring... Hoje não vai rolar Diário de Bordo, não estou inspirado para deprimir aqui (kkkk n), sim porque eu me dei conta de que eu realmente tenho uma vida digna de novela mexicana (alternativa). Yeah, alguns amigos comentavam que minha vida tinha muito drama, alguns até arriscavam me chamar de Maria do Bairro (Ok!), mas eu nunca tinha me ligado realmente, uma época eu comentava entre um fato e outro que minha vida daria um livro, mas era da boca pra fora, apenas um comentário que era pra ser engraçado. Mas até que na ultima semana eu me liguei. Eu sou a Maria do Bairro (D=)
Uma época eu reclamava que a minha vida era chata (era mesmo  ¬¬) e queria emoções fortes... Claro, o que se pode esperar de uma pessoa de 18 anos que só lia ficção e assistia a filmes de romances água com açúcar? Naquela época e hoje posso citar uma frase do filme Easy-A (a mentira) “Tenho 16 anos de experiência de que Deus tem senso de humor” na verdade tenho 23... Na certa Deus me ouviu falando da minha vida chata e disse “Ok, quer uma vida emocionante, let’s go!” e ele viu que era bom... (vou pro inferno por isso?), Deus provavelmente é fã de novela mexicana (por isso eu vou, não? Ok...). Enfim, estou pensando em fazer um livro mesmo e vender os direitos autorais pra Televisa... Está acirrada a competição entre a Maria e eu, pois a minha vida tem tanto desfecho quanto a historia dela (#fato), toda semana tem um drama diferente, me sinto na “Malhação” (antiga é claro, se vou comparar minha vida que seja com algo “menos ruim” que Maria do Bairro neh... oi?). Mas enfim, não me identifico com a Maria, apesar dos dramas e afins, queria mais é mesmo uma vida Paola Bracho kkkkkk, quem não quer? A vida de vilão era muito melhor do que a vida sofrida de mocinho que um dia vai ser feliz para sempre... Não digo que hoje eu não sou feliz, sou grato pela vida que tenho, adoro minha vida (tirando os dramas).
Depois de muito tempo e insistência eu comecei a acompanhar Grey’s Anatomy, e aquilo tem muito mais drama que a minha vida, chega a ser engraçado como algumas coisas se encaixam perfeitamente, mas os dramas da minha vida nem se comparam a série... (Y)
Só para constar, eu já tentei não me envolver em um drama durante uma semana, mas não consegui nem por um dia! C'est la vie...

See ya!

sexta-feira, 29 de junho de 2012

Diário de bordo #2 - Sua escolha.


Olá pessoal do “epopeia” (mãe, você não vale), bom, cá estou me recuperando e sei que estou muito bem, e ficarei melhor ainda.
Ultimamente venho me deparando com várias decisões, esse primeiro semestre foi cheio delas a começar pela decisão de largar o meu emprego (stress total), mas o fiz. Bem, na verdade não foi bem a primeira, a primeira decisão mesmo foi relacionada ao amor, mas deixemos isso pra depois... Até fiz um post falando de decisões e tal, mas o ponto deste post é: As decisões que você toma que influenciam a vida das pessoas ao seu redor. A velha historia: Cada ação possui uma reação e blá blá blá... Sim sei disso, todos nós sabemos. Sabemos mesmo? Você tem a plena consciência de que uma decisão sua interfere direta ou indiretamente na vida de alguém? Ou somos tão egoístas que simplesmente deixamos o altruísmo de lado e olhamos para o nosso próprio umbigo? Às vezes isso é necessário, sejamos egoístas então. Tem gente que não consegue. Mas quem consegue... Consegue dormir a noite? Consegue ter uma vida sem remorso? Muitas pessoas me julgam por tomar minhas decisões pensando nos outros (ou outro, whatever), mas eu sou assim, é questão de opinião e personalidade (ou falta dela?). Não falo em decisões banais, falo das realmente importantes, o destino da sua vida por exemplo, falo da decisão de enfrentar a tudo e a todos por um objetivo, ou a decisão de mudar por alguém, mudar às vezes a sua essência (não por inteiro), só porque, às vezes alguém tem que fazer isso e você vai lá e faz. Muitas vezes isso sim é interpretado como falta de personalidade, mas na verdade isso exigiu muito mais do que a compreensão humana para dar certo, para a mudança acontecer não é fácil. Principalmente se você é hoje o oposto do que você era. Entenda como quiser mas isso, pra mim, não é falta de personalidade.
Hoje eu penso nas consequências das minhas decisões. Meu conselho: se você tem alguém na sua vida que se importa com você (pais, marido, mulher, namorado (a) e afins) não tome decisões sem pensar neles, ou pior, não deixe de toma-las (contraditório? Talvez), pois quando você acaba por não se decidir fere as pessoas e fica parecendo que você está brincando de marionetes com eles. Pense com calma, não tome decisões precipitadas, talvez você tenha uma vida toda pela frente e o que vai te trazer de benéficos uma decisão precipitada? Nada, talvez tristezas e a total solidão. 
Outro conselho contraditório: Quer saber, não pense demais, viva. Tenho certeza de que se você esquecer um pouquinho das coisas as decisões vão fluir com mais naturalidade e com mais certeza. Aquele momento que você pensa e se irrita e chuta o pau da barraca... Nunca tome decisões nesses momentos. Eu me precipitei em algumas escolhas e me arrependi, se eu tivesse esperado um dia talvez muitas lágrimas, teriam dado espaço a risadas.

A sua decisão não vai mudar apenas a sua vida. Pense nisso. Talvez você tenha que abrir mão dos seus sonhos, ou talvez outra pessoa tenha que abrir mão dos dela, a vida não tem manual de instruções e o que tiver que ser será, mas quem decide não é o acaso. Você tem o livre arbítrio, por esse motivo nenhuma divindade vai fazer escolhas por você.

PS.: Faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço. Não estou dizendo aqui que é fácil fazer tudo isso, mas temos que tentar.

See ya!

quinta-feira, 28 de junho de 2012

Diário de bordo #1 - A arte imita a vida


Faz oito dias hoje que o médico constatou o óbvio, o que eu não queria enxergar de maneira alguma, mas uma pessoa viu. Eu neguei, briguei e argumentei, mas no fundo eu sabia que eu estava doente, e até hoje é difícil aceitar isso, portanto espero que entendam o que eu tenho sem eu ter que declarar explicitamente. Sei que tem pessoas no mundo com problemas mais sérios que o meu, mas enfim, vou falar como estou levando o meu.
Há um tempo, um Junior com menos personalidade e menos opinião (sim, eu fui assim) se preocupava com opiniões alheias, principalmente quando a opinião alheia era referente ao meu peso (acho que já sacaram onde eu quero chegar né). Então, lá ia eu com dietas malucas. Já fiz dieta dos pontos, da água, da lua, do sol, da puta que pariu. Nenhuma deu o resultado esperado (claro que não), então parti para a ignorância, remédios, academia loucamente, caminhadas, mas ainda assim eu não estava satisfeito. A velha historia, pessoas dizendo “você está ótimo”, mas eu não via isso. Então começou o maior erro da minha vida, comia loucamente e depois... Bem, imaginem o que eu fazia. Eu me sentia sujo após cada vez que eu me maltratava dessa forma, pois muita gente no mundo sem comida e eu ali pecando ferozmente. E assim se passaram meses. Chegou um tempo que eu parei e vi que o que eu estava fazendo não era certo mesmo (congrats to me! (Y)), então desde dezembro de 2011 eu não fazia mais isso, mas então os efeitos realmente vieram à tona (ou eu realmente enxerguei né), eu não conseguia me alimentar direito e tudo o que eu comia causavam dores. Então eu esquecia de comer, escovava os dentes milhares de vezes por dia para inibir a fome. Eu arranjei outra maneira de me maltratar, mas essa era meio que inconscientemente. Eu realmente passei a comer uma única vez por dia e esquecia de comer, e quando comia, comia muito e eu passava mal todo os dias. Até que pouco menos de seis meses depois uma pessoa notou meu comportamento e disse que eu estava doente, claro que eu neguei “como posso estar doente eu só esqueço-me de comer oras!” Sim era isso o que eu dizia. Fui obrigado (sim, obrigado) a procurar um médico e fiz alguns exames e ele constatou após uma conversa de que eu estava apresentando um grau mínimo da doença. Não é grave agora, só tenho que me lembrar de comer, controlar o meu emocional e criar vergonha na cara. Sim eu sei disso. Que vergonha ter que admitir isso, afinal eu sempre fiz a linha durão e nunca admitia nada, mas agora não tive como negar, realmente isso acabaria destruindo minha vida, mas uma pessoa viu, e não precisou de muito tempo pra perceber que eu estava gritando por socorro. Êniuei... cá estou, com muita vergonha disso, não conseguindo acreditar o quanto eu fui besta e o quanto eu perdi a minha personalidade, shame on me! Sairei dessa sem drogas pesadas ou sem consultas a psicólogos, eu entrei nessa sozinho, e sairei dessa com ajuda de uma única pessoa.
Por volta dos meus doze ou treze anos eu li um livro chamado “Espelho maldito” e esse livro falava exatamente disso, como eu pude esquecer... E enquanto o médico falava só vinha a minha mente a história que há tempos eu havia esquecido. Li novamente, e lerei mais vezes. Fica a dica.
Pra quem quer saber mais do assunto: Veja - Abril



Espelho Maldito - Giselda Laporta Nicolelis



See ya!

terça-feira, 26 de junho de 2012

Melhor que a encomenda


Enfim resolvi me dar férias de tudo e de todos, fui visitar uma prima e a ideia seria ir a uma cidade vizinha para visitar uma amiga, mas a trip tomou outro rumo.
Eis que saio de cricity no busão das sete e meia da madrugada da quinta feira (21/06) com direção a Balneário Camboriú, com a promessa (que eu fiz a mim mesmo) de descansar e me desligar do mundo, sem baladas, apenas eu o mar e a companhia da minha prima que estaria esperando com a caixa de lenços (sim, eu estava triste. Estava!), e após uma longa, longa viagem chego ao meu destino, e a fome. Então vamos ao “Crocodilos” para um prato gigantesco de estrogonofe de frango com fritas, e então estava aberta a temporada de (como diria uma outra prima) ogrice! Enfim que fui para casa, me instalei e a coisa ficou feia. Não parava de pensar no que era pra esquecer, não parava de sentir o que era pra esquecer, mas enfim, eu sabia que ficaria assim, afinal eu sai de casa pelos motivos errados, no desespero de tentar fazer com que tudo ficasse bem, mas eu piorei. Porque eu fiquei muito, mas muito mal. Nunca senti tamanha tristeza e nunca senti tanto vazio na minha vida até agora... Enfim, o primeiro dia acaba com muitas lágrimas e palavras de consolo. Óquei, então no dia seguinte o segundo dia, com muita leitura (levei dois livros na mala e não terminei de ler nenhum), compras e uma noticia maravilhosa: Não passaria o final de semana sozinho mesmo, uma visita totalmente inesperada e totalmente bem vinda de cricity estava a caminho, e todas as angustias e agonia, foram pelo ralo. Sábado acordei muitíssimo mais animado e fui buscar o mais novo hóspede para começar a diversão e assim foi. Fiz o papel de turista muito bem, visitamos o teleférico, andamos de trenó, andamos no mato, não deu tempo para o arvorismo, mas deu tempo para mais ogrice em um restaurante a beira mar com o barulho do mar e o insuportável sertanejo universitário ao fundo (que por sinal irritou a todos da mesa e não apenas a mim), a noite mais ogrice com uma porção extra de fritas (sim, empolgação). Fomos para casa muito satisfeitos. No dia seguinte e ultimo dia foi Shopping, mais ogrice, cinema 3D de ótima qualidade, muitas, mas muitas risadas, comprinhas e tentativas de achar algumas coisas... A noite... Bom... Mais Ogrice e a decisão de voltar pra casa mais cedo, afinal eu estava feliz e queria aproveitar isso, quero e vou, e oportunidades de rever bons e velhos amigos ainda aparecerão.
E o final de semana que seria “meia boca” se transformou em um final de semana muito bom...

See ya!